Aves de Rapina

No que diz respeito às aves de rapina, mais de 4 mil indivíduos passa pela zona de Sagres todos os anos, e todas as espécies deste grupo já registadas em Portugal já foram aqui avistadas na época migratória.

As espécies que passam por Sagres em maior número são o grifo Gyps fulvus (a mais abundante), a águia-calçada Aquila pennata, a águia-cobreira Circaetus gallicus e a águia-d’asa-redonda Buteo buteo. A nível de número de indivíduos seguem-se o búteo-vespeiro Pernis apivorus, o milhafre-preto Milvus migrans e o gavião Accipiter nisus. Não tão frequentes, mas bastante regulares são a cegonha-preta Ciconia nigra, o britango Neophron percnopterus, a águia-caçadeira Circus pygargus e o tartaranhão-cinzento Circus cyaneus. Outras espécies são de ocorrência mais escassa, mas avistadas todos os anos na zona, como a águia-perdigueira Aquila fasciata, a águia-imperial Aquila adalberti, o abutre-preto Aegypius monachus, o grifo-pedrês Gyps rueppellii e o falcão-da-rainha Falco eleonorae. Espécies consideradas verdadeiras raridades para Portugal como a águia-da-pomerânia Aquila pomarina, o tartaranhão-pálido Circus macrouros e o falcão-de-pés-vermelhos Falco vespertinus, forem também observadas no passado recente.

Rapinas noturnas como o bufo-pequeno Asio otus, o mocho-d’orelhas Otus scops ou o noitibó-cinzento Caprimulgus europaeus, passam igualmente pela península, no entanto largamente despercebidas da maioria dos olhares devido aos seus hábitos noturnos e crepusculares.

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